O dito da vez


Cquote1.svg

A explosiva descoberta
Ainda me atordoa.
Estou cego e vejo.
Arranco os olhos e vejo

Cquote2.svg
Carlos Drummond de Andrad

8 de jan de 2009

Cubolinos e Cubolinas


O que vejo além do terror é o medo que paralisa interiormente, explodindo exteriormente de uma maneira nefasta, mascarado pela mídia, www, impresso, expresso, minimamente escaqueirado.
Chegamos a beirar loucura,
Seja pela ilusão
Seja pela realidade

Há covardia!

“Dóceis humanos”
(Prepara-se para a guerra, mais nunca para a vida?!)

Vidas manipuladas, descartadas, peças, engrenagens, proporcionando a certos “humanos” o prazer de suas “vidas” medíocres. Necessitam ter tudo em suas mão, mas, tudo são muita coisa e mãos só temos duas, uma hora tudo se perde... E o nada se instaura!

O que fazer?
Ora, [re]Aja!

Receitas não existem, a distinção nos leva a percepções diferentes, a mudança é algo constante em um sistema retrogrado a existência da vida.

Karina m.

8 comentários:

BêbÉT/Ocica's disse...

putz/ZZ!

é muita treta cair por aqui...

levei raquetadas de todos os tipos na fuça, foram varias voadoras com os dois pés!

vc é irmã do subzero brasileiro?
rsrrs

porrada em mim assim é covardia!
kkk

muito obrigado por deixar as coisas bem claras!

bjO!

Jean Baptiste disse...

Prepara-te para a guerra. Como na música de Vandré:

Soldados armados / amados ou não / estão todos perdidos / de armas na mão / nos quartéis lhes ensinam / uma antiga lição / de morrer pela pátria / e viver sem razão...

Saudações!

Mauro Sérgio disse...

(re)agir é preciso. Eo pior é que não estamos "beirando" a loucura. Nós já mergulhamos nela e estamos nadando de braçada.

Diogo disse...

tudo o que ela escreve vira poesia

é incrível...

rsrs

Moacy Cirne disse...

Oi, descobri o seu blogue por acaso. Gostei bastante do que li e vi. De saída, pretendo (re)publicar o Capitalismo de Murilo Grafics no Poema/Processo, com os devidos créditos. Enquanto isso, o Balaio estará aberto para outros textos aqui editados. Parabéns pelo espaço. Um abraço.

Moacy Cirne disse...

Minha cara, o "Capitalismo" já está no Poema/Processo. Em breve, postarei algo daqui no Balaio. Um abraço.

technology disse...

poop684
puree63
rate663
poplar460
mason521

sticker disse...

hanguo30
hancheng
shouer40
eluosi50
mosike

Postar um comentário

dizeres

JUSTIÇA

JUSTIÇA

Agora uma fabulazinha

Me falaram sobre uma floresta distante onde uma história triste aconteceu no tempo em que os pássaros falavam, os urubus bichos altivos mas sem dotes para o canto resolveram mesmo contra a natureza que havia de se tornar grandes cantores.
Abriram escolas e importaram professores, aprenderam


mi

sol

si
Encomendaram diplomas e combinaram provas entre si para escolher quais deles passariam a mandar nos demais a partir daí criaram concursos, inventaram títulos pomposos, cada urubuzinho aprendiz sonhava um dia se tornar um ilustre urubu titular afim de ser chamado por vossa excelência.
Passaram-se décadas arte que a patética harmonia dos urubus maestros foi abalada com a invasão da floresta por canários tagarelas, que faziam coro com periquitos festivos e serenatas com sabiás. Os velhos urubus encrespados entortaram o bico e convocaram canários e periquitos para um rigoroso inquérito:
cade os documentos de seus concursos?
Indagaram, e os pobres passarinhos se olharam assustados... Nunca haviam freqüentado escola de canto pois o canto nascera com eles.
Seu canto era tão natural que nunca se preocuparam em provar que sabiam cantar naturalmente cantavam
Não, não, não assim não pode, cantar sem os documentos devidos é um desrespeito a ordem, bradaram os urubus.
E em um nisoro expulsaram da floresta os inofensivos passarinhos que ousavam cantar sem alvarás...

Moral da história: em terra de urubus diplomados não se ouve os cantos dos sabiás