O dito da vez


Cquote1.svg

A explosiva descoberta
Ainda me atordoa.
Estou cego e vejo.
Arranco os olhos e vejo

Cquote2.svg
Carlos Drummond de Andrad

24 de mar de 2010

Com muito orgulho!!


Saiu...
No dia 08 de abril do decorrente ano será lançado nosso livro "Ser Criança". O livro é direcionado aos professores de educação infantil, em formação inicial e continuada, e aos demais profissionais da área da educação escolar, bem como de outras áreas, a exemplo de Psicologia e Sociologia, interessados na discussão de importantes aspectos inerentes a infância e suas necessidades educativas. Além disso, a publicação também é indicada para os pais que desejam ampliar informações e conhecimentos acerca do processo de educação de seus filhos.
...

Este livro é o resultado de um projeto de extensão da UEPB, nele tratamos de assuntos que desenvolvemos através de estudos e pesquisas acerca dos processos que envolvem o desenvolvimento e a aprendizagem infantil.
Nosso desejo é abrir espaços, sejam virtuais ou reais para o debate e a reflexão de todos os aspectos do desenvolvimento humano seja biológico, emocional, social e intelectual. .
Onde possamos repensar o lugar da criança como individuo único e que merece respeito.

km

Quem desejar adiquiri-lo entre em contato!!

4 comentários:

Humberto Carvalho Jr. disse...

Não sei exatamente o que o livro citado aborda, nem mesmo sou da área. Mas é que tive contato com um autor brilhante, o Vigotsky. Desde então, não consigo imaginar a psicologia sem o cara.

Ah! Sou marxista, o que certamente explica o meu apreço pelo autor russo.

Ainda precisamos de livros com objetivos revolucionários.

Abraços!

Karina Meireles disse...

Também gosto das ideias de Vigotsky,este livro trás alguns artigos influenciados por suas obras..

É ninguém é perfeito rs... mais eu não te culpo por ser marxista cada é cada um
eu sou anarquista.. prazer!

"Ainda precisamos de livros com objetivos revolucionários." também acho.. mais existe uma produção consideravel de livros "revolucionarios"

Anônimo disse...

k., duas coisas:
você deve nos deixar umas dicas de boas leituras libertárias e revolucionárias. estamos precisando falar sério. e vc conhece umas coisas.
acho que quero dar o seu livro pra minha mãe. acho que ela vai gostar. os alunos dela a deixaram bastante desesperada e ela está voltando de licença agora. por quanto acha que ele chega aqui no rio?
depois nos falamos.
um beijo.

Karina Meireles disse...

olá anonimo rs
olhe só se vc quiser o livro ele custa 20,00 reias mais o frete no caso vc tem que me mandar seu cep pra saber quanto fica..
usa esse email aqui
kameireles@hotmail.com

Postar um comentário

dizeres

JUSTIÇA

JUSTIÇA

Agora uma fabulazinha

Me falaram sobre uma floresta distante onde uma história triste aconteceu no tempo em que os pássaros falavam, os urubus bichos altivos mas sem dotes para o canto resolveram mesmo contra a natureza que havia de se tornar grandes cantores.
Abriram escolas e importaram professores, aprenderam


mi

sol

si
Encomendaram diplomas e combinaram provas entre si para escolher quais deles passariam a mandar nos demais a partir daí criaram concursos, inventaram títulos pomposos, cada urubuzinho aprendiz sonhava um dia se tornar um ilustre urubu titular afim de ser chamado por vossa excelência.
Passaram-se décadas arte que a patética harmonia dos urubus maestros foi abalada com a invasão da floresta por canários tagarelas, que faziam coro com periquitos festivos e serenatas com sabiás. Os velhos urubus encrespados entortaram o bico e convocaram canários e periquitos para um rigoroso inquérito:
cade os documentos de seus concursos?
Indagaram, e os pobres passarinhos se olharam assustados... Nunca haviam freqüentado escola de canto pois o canto nascera com eles.
Seu canto era tão natural que nunca se preocuparam em provar que sabiam cantar naturalmente cantavam
Não, não, não assim não pode, cantar sem os documentos devidos é um desrespeito a ordem, bradaram os urubus.
E em um nisoro expulsaram da floresta os inofensivos passarinhos que ousavam cantar sem alvarás...

Moral da história: em terra de urubus diplomados não se ouve os cantos dos sabiás