O dito da vez


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A explosiva descoberta
Ainda me atordoa.
Estou cego e vejo.
Arranco os olhos e vejo

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Carlos Drummond de Andrad

8 de abr de 2012

Beta Reader



Ao pé da letra Beta Reader significa “Leitor Beta”. Trata-se da pessoa que lê histórias, geralmente ficção, fantasia, contos com um olhar critico dando suas opiniões e corrigindo possíveis erros de escrita ou no enredo da história, antes dela ser publicada.

O autor/escritor pode ser conhecido como “Leitor Alfa” daí surge o nome de Beta Reader. Não é obrigatório ter apenas um, o autor pode ter quantos betas ele achar melhor.
Enfim, parte de cada um, querer um beta ou não. 

Eu acho imprescindível porque quando estamos escrevendo a história sempre temos uma coisa em mente e nem sempre conseguimos passar para o papel como imaginamos. O beta vem justamente para isso, para dizer se o que escrevemos está coerente e, de certa forma, para dizer se está bom! Claro que cabe a você, escritor, aceitar ou não qualquer sugestão do seu beta.

Beta Reader: Karina Meireles

5 comentários:

Anarca feminista disse...

Valeu, não sabia disso!

Karina Meireles disse...

;)

Anônimo disse...

Eu preciso de um! T-T
http://fanfiction.com.br/u/184091/

Karina Meireles disse...

Entre em contato pelo email que esta no post :)

Crystal Bass disse...

Eu to pensando em escrever uma fic e precisava saber certinho tudo oque vou precisar pra escrever! hahaha'

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dizeres

JUSTIÇA

JUSTIÇA

Agora uma fabulazinha

Me falaram sobre uma floresta distante onde uma história triste aconteceu no tempo em que os pássaros falavam, os urubus bichos altivos mas sem dotes para o canto resolveram mesmo contra a natureza que havia de se tornar grandes cantores.
Abriram escolas e importaram professores, aprenderam


mi

sol

si
Encomendaram diplomas e combinaram provas entre si para escolher quais deles passariam a mandar nos demais a partir daí criaram concursos, inventaram títulos pomposos, cada urubuzinho aprendiz sonhava um dia se tornar um ilustre urubu titular afim de ser chamado por vossa excelência.
Passaram-se décadas arte que a patética harmonia dos urubus maestros foi abalada com a invasão da floresta por canários tagarelas, que faziam coro com periquitos festivos e serenatas com sabiás. Os velhos urubus encrespados entortaram o bico e convocaram canários e periquitos para um rigoroso inquérito:
cade os documentos de seus concursos?
Indagaram, e os pobres passarinhos se olharam assustados... Nunca haviam freqüentado escola de canto pois o canto nascera com eles.
Seu canto era tão natural que nunca se preocuparam em provar que sabiam cantar naturalmente cantavam
Não, não, não assim não pode, cantar sem os documentos devidos é um desrespeito a ordem, bradaram os urubus.
E em um nisoro expulsaram da floresta os inofensivos passarinhos que ousavam cantar sem alvarás...

Moral da história: em terra de urubus diplomados não se ouve os cantos dos sabiás